Blog do khneira zine


09/07/2008


Pobre ao molho de alcaparras


Fulgêncio Pedra Branca

Só mesmo bêbado, alcoólatra e hipocondríaco para agüentar com humor, mesmo que negro e mórbido, as últimas notícias de nossa imprensa, que é cada vez mais folhetim sensacionalista e direitoso que veículo capaz de dar notícias e informar. No trófeu besteirol da década a “revista”? Época (será que Época e Veja são realmente revistas ou alguma espécie de exercício de alucinação mental de nível avançado?), na qual estava o intelectual e filósofo da humanidade, Luciano Hulck, com a boca vendada, com a seguinte pergunta, “ele merece”? Acontece que este grande intelectual da humanidade, inventor de programas geniais como o H positivo e o Caldeirão dos imbecis, virou centro de um grande debate político-filosófico quando seus rolex foram roubados em São Paulo. De maneira prestimosa o venerando intelectual, em lugar de dar queixa na delegacia mais próxima vociferou nos jornais contra a falta de segurança do governo Lula... Só faltou dizer que a culpa era daquele sapo barbudo, nordestino e analfabeto. O grande problema é que a segurança pública em São Paulo é responsabilidade do governador, que por acaso se chama José Serra e o boletim de ocorrência sequer foi registrado porque o ilustríssimo intelectual, candidato ao prêmio nobel da canastrice preferiu fazer propaganda no estilo “cansei”, dizendo que seus fãs iriam chorar se alguém com tão profunda contribuição artística por acaso levasse um tiro na cabeça. Teve até gente que torceu para isto e disse que ele merecia. Eu não chego a tanto, uma vida humana é sempre uma vida humana, por mais tolo que seja seu portador, mas que a repercussão estupenda deste fato nos nossos jornais nos leva a pensar em quão imbecil é nossa imprensa, isto nos leva. A notícia não acontece mais, agora ela é fabricada, as coisas não são medidas por sua importância, mas pela importância que a própria mídia lhe dá. Neste caso é como diz o velho ditado, a montanha pariu um rato, no caso, um rato bem idiota. Na tal entrevista o nosso genial filósofo cansado Luciano Hulck disse que a solução seria chamar o capitão Nascimento. Sem entrar na polêmica se o filme deve ser visto ao pé-da-letra, como uma mensagem fascista de extermínio, ou como uma obra de crítica à realidade, a verdade é que tem gente transformando oniricamente Capitão Nascimento no Rambo da Zona Sul e delirando com extermínio em massa como a solução dos problemas da violência... afinal, matar pobre não é violência, violência é só quando a bala acha o peito branco de quem não mora na favela. Negro, nordestino, pobre, morador de favela, quando morre, é só um número.                                                                                                     Deu em O Globo, tiroteio em favelas incomoda vizinhos ao morro... Não incomoda quem mora no morro não, né? Já tá acostumado... Quem mora no morro não é gente, é número. O tiroteio nas favelas não é notícia por conta dos moradores da favela. Que eles não durmam, que eles corram das balas, que eles morram... E daí? Não existe para a imprensa esta gente. Agora, o barulho dos tiros atrapalhando a vizinhança rica, ah, isto é notícia. Sugiro que o governo subsidie silenciadores para fuzis e metralhadoras e só libere a guerra do tráfico com armas dentro das especificações de ruídos permitidas pela prefeitura, para que o tiroteio nas favelas não incomode as noites da Vieira Souto. Arrematando a idéia de guerra de extermínio, o secretário Beltami diz que dar tiro na Zona Sul é uma coisa, na favela da Coréia é outra. O governador Sérgio Cabral passa a defender o aborto como forma de diminuir a violência, afinal, os pobres tem muito mais filhos do que as pessoas da classe média (só faltou dizer do que as pessoas de bem...), ainda que não leve em consideração uma pesquisa, que saiu no mesmo dia, que diz quem é que alimenta o tráfico: 66% dos consumidores de cocaína ganham mais do que 6 mil reais mensais, se levasse em conta, talvez considerasse que a maneira de acabar com a violência é a prática do aborto como uma maneira de acabar com traficantes e viciados... em suma, aborto como infanticídio e controle de natalidade (algo que as feministas defensoras do aborto condenam). Prática, a do controle da pobreza pela eliminção das crianças pobres, que foi tentada, sem sucesso, pelos americanos durante as décadas de 60 e 70, quando bombardeavam e fulminavam com DDT campos na América Latina porque diziam que era mais fácil “acabar com os guerrilheiros nas barrigas das mães”...Qualquer coincidância não é mera similhença... Do jeito que anda a propaganda de acabar com a violência acabando com os pobres e “diminuir os índices de violência” praticando o genocídio, vamos ter que voltar a pensar naquela receita que um arguto reverendo inglês sugeriu como crítica ao livro de Malthus, um livro de receita para preparar suculentos pratos com a carne das crianças pobres. Afinal, seria uma maneira adequada ao que vem sendo pregado para controlar a violência, com requintes de crueldade franceses, pobre ao Belle Menuer e pobre ao molho de Alcaparras...

Fonte: Karalho, não tenho a fonte, mas achei muito massa e taí p/ todo mundo ler.

Escrito por khneira às 14h41
[ ] [ envie esta mensagem ] [ ]

03/01/2008


‘Meu nome não é Johnny’

03/01/2008 14:20:16

‘Meu nome não é Johnny’ narra aventuras de ex-traficante

SÃO PAULO (Reuters), 3 de janeiro - Jovem da classe média, nascido e criado no Jardim Botânico, João Guilherme Estrella virou lenda ao se tornar o maior traficante de cocaína do Rio de Janeiro em meados dos anos 1990.

Sua vida rendeu livro - "Meu Nome não é Johnny", do jornalista mineiro Guilherme Fiúza - e acabou servindo de inspiração para o filme de mesmo nome. A direção é de Mauro Lima (de "Tainá 2 - A Aventura Continua").

Encontrando em Selton Mello ("O Cheiro do Ralo") o intérprete ideal, o personagem ganha a verdade de uma figura polêmica a quem nunca falta humanidade. Por isso, pode-se em muitos momentos do filme simpatizar com ele, sem culpa e sem medo de se sentir defensor do tráfico ou do consumo de drogas.

Lidando com tema explosivo, o filme de Lima, roteirizado pelo próprio diretor e a produtora Mariza Leão, evita tanto fazer um discurso moralista como cair num elogio ao consumo das drogas.

A história, aliás, não faz uma coisa nem outra. O tempo todo mantém-se o distanciamento para retratar a fundo a experiência humana extrema e arriscada de Estrella - que, contra toda lógica, viveu para contá-la.

Filho de um casal classe média normal, pai bancário (Giulio Lopes), mãe dona de casa (Julia Lemmertz), o garoto criado nos melhores colégios cariocas começa a consumir drogas escondido, com os amigos. Cheio de iniciativa, logo descobre um jeito de ganhar dinheiro com isso, ao mesmo tempo em que continua consumidor.

Nessa vida de alto risco, ele ganha muito, gasta tudo, vai para a Europa com a namorada Sofia (Cleo Pires) e volta para recomeçar. Não guarda um tostão, não se preserva. João Estrella queima sua própria vida como um fósforo de alta combustão.

Eventualmente, a polícia entra no circuito, mas apenas para tentar levar uma parte dos lucros. A cena em que dois policiais passeiam com João pela noite, calcada de humor negro, é bem representativa dessa grande discussão sobre as autoridades que o cinema brasileiro tem levado para a sociedade, aqui numa chave mais cínica e menos violenta do que em "Tropa de Elite" - o grande sucesso de 2007.

Chega o dia em que a casa cai e João vai parar na cadeia, em 1995. Lá descobre um mundo onde sua lábia não serve. Lá dentro, ele vai ser tratado como "playboy" e fazer um rápido aprendizado de adaptação para sobreviver.

Quando seu caso cai nas mãos de uma das juízas mais rígidas do Judiciário (Cássia Kiss), ironicamente o traficante "bon vivant" encontra sua interlocutora mais sensata.

Depois de uma detenção que ficou reduzida a dois anos, João teve condições de pagar seus erros e também recuperar-se. Hoje, ele é produtor musical no Rio de Janeiro.

Por Neusa Barbosa, do Cineweb

Escrito por khneira às 15h08
[ ] [ envie esta mensagem ] [ ]

29/11/2007


28/11/2007

The Dark Knight: veja o Coringa na capa da Empire

Você leu ontem aqui que o site da revista britânica Empire está promovendo uma brincadeira, revelando aos poucos uma imagem com o Coringa. A imagem será a capa de janeiro da revista, contendo uma matéria sobre The Dark Knight, o próximo filme do Batman.

Tudo ia bem até que... Estragaram a brincadeira. A capa pronta caiu na internet e pode ser conferida na imagem ao lado.

Em The Dark Knight, Batman (Christian Bale) se aprofunda em sua luta contra o crime. Com a ajuda do tenente Jim Gordon (Gary Oldman) e do promotor público Harvey Dent (Aaron Eckhart), ele tenta desmantelar o crime organizado que domina a cidade. A aliança entre os três homens se mostra um sucesso, mas logo eles se encontram em apuros graças ao caos causado pela ascensão do genial criminoso conhecido como Coringa (Heath Ledger), que aterroriza os cidadãos da cidade.

Estão ainda no elenco Morgan Freeman (Lucius Fox), Michael Caine (Alfred Pennyworth), Maggie Gyllenhaal (Rachel Dawes), Eric Roberts (como um mafioso ainda não identificado), entre outros. Christopher Nolan volta à direção. A estréia está marcada para o dia 18 de julho de 2008.

Por : Andréa Pereira

 FONTE: www.hqmaniacs.com

 
 

Escrito por khneira às 10h07
[ ] [ envie esta mensagem ] [ ]

27/11/2007



- Saiba quem é José Simão

26/11/2007 - 19h10
Buemba! Simão vai lançar o Xingue Chávez" "No te calles, llame Hugo Chávez!"

Veja a entrevista em vídeo

da Redação

Buemba! É assim, Monkey News só começa com piada pronta. Teve uma amiga do Simão que foi ao Shopping Morumbi, no Cine TAM. Sabe o que aconteceu? A sessão atrasou! Rarará! A crise aérea chegou ao shopping. Ela devia ter relaxado e gozado, com pipoca e Coca-Cola. Só faltou dar overbooking! Cine TAM atrasa a sessão!

Outra piada pronta foi a inglesa que reclamou que tem 200 orgasmos por dia. Uma amiga do Simão ficou com inveja. E diz que ela tem orgasmo com qualquer som: barulho de trem, secador, turbina de avião. Imagina se ela fosse a um ensaio do Olodum! Ia pular mais que a Carla Perez! Rarará!

Sabe como a sorveteira atinge o orgasmo? "Ai, kibon, ai, kibon." E a serial killer? "Se você parar eu te mato!" A desinformada: "O que é isso, o que é isso?"

Falando em orgasmo, está todo mundo montando a árvore de Natal. E um monkeynauta mandou uma árvore já montada.



Vai ter gente querendo é montar na árvore de Natal. Isso que é um Natal recheado. Só falta o peru! Rarará! Essa vai ser a árvore de Natal oficial do Monkey News.

E depois da descoberta da nova bacia de petróleo em Santos, o Lula voltou a dizer que Deus é brasileiro. Se isso for verdade, olha só o que vai acontecer.



O Lula também acha que, além de brasileiro, Deus é pernambucano e nasceu em Garanhuns.



Já perdeu o divino Rolex! São as desvantagens de Deus ser brasileiro.

Outro personagem que não sai do Monkey News é o Hugo Chávez. Agora ele deu pra xingar o presidente da Colômbia, o Álvaro Uribe. O Simão se inspirou e vai lançar a campanha "Eu quero ser xingado pelo Chávez"! Rarará!

Melhor: depois de lançar a campanha para vaiar o Galvão Urubueno por telefone, vamos lançar o "Xingue Chávez"! "No te calles, llame Chávez!" Rarará!

E agora que a Venezuela está entrando no Mercosul, o William fez um cartaz comemorativo.



Mas que ele anima a festa, anima!

E no Brasil, a manchete da entrada da Venezuela foi assim: "Comissão da Câmara aprova entrada da Venezuela no Mercosul". Mas na Venezuela, foi assim: "Comissão da Câmara aprova entrada do Mercosul na Venezuela"! Rarará!



A única coisa que deu certo no Mercosul foi a frente fria!

Ilustrada

E o São Paulo, que comemorou o "bambionato" com a música "We Are The Champions", do Freddie Mercury? Tão pedindo, né?! Mas agora a torcida é para ver o Corinthians ser rebaixado.



Os corintianos podem levar a Gambarbie para o estádio! Vem até com lenço para chorar!

Antitucanês, mais direto impossível

Essa veio de Poço Verde, em Sergipe. Se você beber além da conta, eles têm um serviço ótimo!



Por R$ 1 real eles pegam o bebum e devem jogar na primeira praça! Rarará!

Cartilha do Lula

Hoje o Simão vai fazer um comentário: o Fernando Henrique ressuscitou. É a volta da múmia paralítica, do boca de sovaco. E ele disse que os brasileiros têm de ser liderados por quem fala bem a língua portuguesa. Isso: professor Pasquale para presidente! O FHC é "mais melhor de bom" que o Lula!

ÍNDICE DE NOTÍCIAS   IMPRIMIR   ENVIE POR E-MAIL

Escrito por khneira às 09h51
[ ] [ envie esta mensagem ] [ ]

22/11/2007


21/11/2007 - 18h50
Buemba! Kassab é o prefeito lacraia! Só sabe lacrar!

Veja a entrevista em vídeo

da Redação

Buemba! Quarta-feira com cara de segunda-feira! E depois do Dia da Consciência Negra podia vir o dia da consciência pesada. É assim que o Simão está depois de seis dias de feriado. Rarará! E podia instituir o dia da consciência pesada para político, para bandido, pra motoboy que quebra espelhinho de carro.

Foi o feriado mais longo da história. A gente podia aproveitar pra emendar com o Natal. E depois emendava com o Carnaval. E com a Páscoa, com Corpus Christi, com as Olimpíadas. Vira emenda provisória! Rarará!



Mas teve duas grandes reclamações de quem viajou no feriado. Pedágio! Um amigo do Simão ficou rouco de tanto dar bom dia para caixa de pedágio. A outra, multa de radar. Foi tanto flash disparado que parecia o desfile no tapete vermelho em Hollywood! Rarará

E tem uma amiga do Simão que é modelo que tem um book no Detran de tanta multa de radar. É foto com iPod, foto com cerveja, foto dela no celular, foto dela abaixando pra pegar no pingulim do namorado! Rarará!



E nesse feriadão tivemos duas piadas prontas. Primeiro o Brasil empatou com o Peru. Peru não bate o Peru e volta de cabeça baixa. Outra manchete foi: Ronaldinho Gaúcho enfrenta o Peru mesmo com dores! Peru não é um país, é um trocadilho. Devia trocar o nome do país pra Perereca, só pra variar. E sabe como chama o goleiro do Peru? Peni!



Outra piada pronta: o Kassab, no dia da República, prendeu o Law Kin Chong, o rei da 25 de março. E como pode um chinês muambeiro se chamar Law? Devia se chamar Outlaw Kin Chong.

Mas a grande dúvida é: será que prenderam o chinês certo? De repente você encontra o Law Kin Chong na rua e fica na dúvida: prenderam o chinês certo ou foi a cópia pirata? Agora, o máximo é que tem uma loja de muamba do lado da Fiesp. E eles falam sempre as mesmas coisas: "O cartão é Bladesco? Batelia lecalegável!"

Agora, depois dessa o Simão descobriu que o Kassab é o prefeito lacraia. Só sabe lacrar. Lacrou o Shopping 25 de Março, lacrou o Bahamas, lacrou o hotel do dono do Bahamas. Rarará!

Buemba! O Lula não vai poder mais entrar nos EUA. Porque agora os EUA vão exigir as impressões digitais dos DEZ dedos! Rarará! É culpa da Rodada de Doha. Doha a quem doher!



E amanhã a gente vai mostrar o Bush salvando os perus. Matou um monte de iraquiano, mas salvou os perus!

Ilustrada



Esses aí passaram o feriadão de seis dias no escritório!

Antitucanês, mais direto impossível



Mas rua dos Veados é um pleonasmo. Veado tem em tudo quanto que é lugar

Cartilha do Lula

Apóstrofos: apóstolos amigos de Jesus que estavam naquela jantinha que o Michelangelo fotografou!

Escrito por khneira às 10h07
[ ] [ envie esta mensagem ] [ ]

22/08/2007


Tarja Preta é remédio Forte

Resenha: Tarja Preta #5
Por Marcio Baraldi
31/07/2007

“Bagulhinho bom”

Pra quem não sabe, eu ODEIO maconha!!! Fumei um único baseado minha vida inteira e foi o suficiente pra perceber que era um péssimo negócio. Dar meu suado dim-dim para um traficante escroto em troca de um bagulho fedido pra me deixar lerdo e abestalhado feito um caracol mal-dormido? Tô fora,maluco! Mas como vovó já dizia: "Quem não tem colírio usa óculos escuro e Deus deu a vida para cada um cuidar da sua!".

Pois então, mesmo com toda minha antipatia pela marofa, não posso negar que o bagulho rende piadas ótimas. Que o diga os enfumaçados Quadrinhos da Tarja Preta (saiba mais sobre a publicação aqui), uma das revistas udigrudis com mais presença (Opa!) no mercado! A revista carioca (só podia ser), foi fundada pelo cartunista Matias Maxx e reúne uma poderosa “esquadrilha da fumaça” formada por Juca, Arnaldo Branco, Allan Sieber, Daniel Paiva, MZK, Leonardo, Johandson e mais um bocado de artistas. Em comum todos têm o talento, o humor escrachado e politicamente incorreto e, claro, a simpatia pelo cigarro do capeta (pelo menos nos Quadrinhos)! Neste quinto número da revista, um surpreendente calhamaço de 120 páginas p/b em papel jornal e capa a cores em couchê, há maconha para todos os lados! Desde a hilária capa, ilustrada pelo gaúcho Jaca, parodiando as pentelhíssimas Meninas Super-Poderosas, até a última capa, com um viajante anúncio de uma tabacaria.

No miolo, um verdadeiro festival de tiras, HQs e cartuns desencanados, debochados e inconseqüentes. Besteirol puro e não malhado (Opa de novo!). Enfim, aquele humor típico carioca, que começou lááá atrás no Barão de Itararé (será que ele fumava?!?), passou pelo Pasquim e veio sair na Casseta e Planeta. Pois a rapaziada do Tarja é digna e fiel descendente dessa linhagem histórica! Por mais que você não goste de maconha não tem como não rir do chapadaço Capitão Presença, de Arnaldo Branco, personagem principal da revista, que, acredite se quiser, tem cada uma de suas várias histórias desenhada por um autor diferente. Uma boa sacada da revista, sem dúvida! Tem ainda muitas outras viagens e surpresas ao longo do gibi: uma HQ do Johandson que é puro nonsense na linha do saudoso Xalberto, uma entrevista com o ex-Planet Hemp Marcelo D2 (Lógico! Quem mais podia ser?) e zilhões de outras doideiras, muitas com cara explícita de underground americano dos anos 60, outras com estéticas mais variadas. O que é bom, pois não torna a leitura cansativa e repetitiva, o que seria fácil de ocorrer num gibi de 120 páginas.

Pra encerrar, o destaque máximo da edição vai para a tosquíssima e genial HQ O segredo de Patópolis, do megadefumado Daniel Paiva. Verdadeira pérola, tosca porém brilhante! Vai uma preza aí?

Contato: www.cucaracha.com.br/tarjapreta

Escrito por khneira às 09h28
[ ] [ envie esta mensagem ] [ ]

Histórico